Há um blog que se dedica exclusivamente às coisas de Setúbal e seu concelho e tem dado que falar por aquelas bandas.
Bem participado e com elevado número de comentários, recebeu na edição da revista do Expresso, da semana passada, uma referência especial.
Tem, como sempre acontece nestas coisas, um “emplastro” que teima em aparecer em todas as discussões. Um tal Zé da Silva que mais parece mandado por um qualquer “Cristo” mas menos tolerante, certamente por ter, há muito, deixado a túnica.
Hoje, um novo comentador, dedica-lhe um delicioso poema que tomamos a liberdade de transcrever, com a devida vénia:
Zé da Silva chega a trote
Presumido garanhão
Mas é só cavalicoque
E por muito que arrote
Não fecunda a discussão
Traz o Lúcio a reboque
Aspirando ao panteão
Mas o triste Dom Quixote
Do versinho quebradote
Não o leva lá, oh não!
Zé da Silva, é certo, trouxe
O cuzinho à colação
Mas por muito que se esforce,
Que se arranhe e que se coce,
Não aduba a discussão
Como rabo é coisa rara:
Dir-se-ia ter o aroma
Da ETAR da Cachofarra
Quando peida é fanfarra
Quando caga é carcinoma
Desanime a ciber-gente
Pois por mais que reze e rogue,
Rime, grite, “poste” e tente
Zé da Silva, hiper-contente,
Não retira o cu do blog!
Áh valentões da intolerância e do auto-convencimento bacoco repleto de baixos sentimentos e total desprezo pelo direito à diferença. Sois os filhos bastardos da última palavra dos Lusíadas.
Do vosso comportamento arrogante não rezará a história.
Cada esgar do vosso psicótico olhar é a exacta reprodução de um quadro de Boch...
Que a santa paciência vos cubra com a diáfana asa
do perdão.
vosso ZÉ DA SILVA
Afixado por: Zé da Silva em março 21, 2004 01:22 AMAntes havia o Meu Bibi...agora existe o Zé da Silva...
Palavras para quê? É um artista português!